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Seminário em Arroio debate a violência e exploração sexual infanto-juvenil

- Publicado em 24/10/2007 às 00:00 - Atualizado em 04/03/2015 às 13:33

Balneário Arroio do Silva (24/10/2007) – Mais de 300 pessoas participam nesta quarta-feira, 24, e quinta-feira, 25, do 3º Seminário Regional de Combate a Violência e Exploração Sexual Infanto-Juvenil, em Balneário Arroio do Silva. 

 

Durante a solenidade de abertura, ocorrida na manhã de hoje, 24, o vice-prefeito José Paim representou o prefeito Paulo Pedroso Vitor. “O trabalho desenvolvido por esses profissionais em nossa região e a preocupação com o bem estar da criança e do adolescente são um exemplo a seguir”, destaca.

 

Representantes dos 15 municípios participam do seminário, que objetiva qualificar os integrantes dos Fóruns Municipais de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-juvenil, estabelecer um diagnóstico regional e estimular a integração entre a sociedade e órgãos públicos. 

 

Para o juiz da Infância e da Juventude da Comarca de Araranguá, Fabio Nillo Bagatolli, a violência infanto-juvenil está em todos os lugares e pode ser revertida através da troca de experiência e a capacitação das pessoas que trabalham com isso diariamente. “É preciso que esses profissionais saibam identificar os casos e saibam qual o caminho a ser seguido para reverter o quadro”, afirma. 

 

 O secretário Regional Heriberto Schmidt também participou da solenidade e ressalta a importância do Conselho Tutelar e do Fórum. “Esses dois órgãos são muito bem organizados em nossa região”. A presidente do Fórum Regional de Combate a Violência e Exploração Sexual Infanto-Juvenil, Vera Scremin, iniciou o seminário apresentando um diagnóstico da realidade estadual e regional sobre o tema. “O que queremos é ajudar a prevenir e combater a violência contra a criança e o adolescente, instruindo os profissionais que se deparam com esta situação e incentivando as pessoas a denunciar”, ressalta.

 

Durante o seminário o promotor Leonardo Todeschine também proferiu uma palestra com orientações sobre como o profissional deve efetuar a denúncia e suas responsabilidades. Já a coordenadora executiva do Fórum Catarinense, Eliane Dolamar Roque, alertou sobre como detectar os sinais de violência e como trabalhar a abordagem com a criança e adolescente.

No total serão 16 horas de curso e os participantes receberão certificado.   

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